
" SÃO MERECEDORES SIM, DE ATE UMAS 50 VEZES UM MILHÃO JAGUAR E ZIRALDO DE INDENIZAÇÃO,PELA CONTRIBUIÇÃO CULTURAL E POLITICA A ESTE PAIS,ALIAS TODAS PESSOAS QUE LUTARAM NA EPOCA DA DITADURA, GRAÇAS A ESTAS PESSOAS TEMOS UM PAIS COM MELHOR LIBERDADE E DEMOCRACIA,ZIRALDO QUE É UM DOS CANDIDATOS A CADEIRA 26 DA ACADEMIA DE LETRAS,DISPENSA COMENTARIOS QEUM NÃO CONHECE NÉ " O MENINO MALUKINHO",QUE SE CONSCIENTIZEM OS PARASITAS INGRATOS,INCONSCIENTES QUERENDO O SUCESSO E O LUCRO ALHEIO NO SEU DECADENTE EGOCENTRISMO, AGRADEÇO EM NOME DOS QUE NÃO TEM CULTURA NEM CONSCIENCIA,"JUSTIÇA POETICA", KD A GRANA?!, E O RECONHECIMENTO,E MUITO FACIL QUERER QUE CAIA DO CEU UM MUNDO PRONTO E PARADISIACO,MAS RECONHEÇO O QUÃO FOI IMPORTANTE A JUVENTUDE DA EPOCA DE 64 E SUA CLASSE DE INTELECTUIAS ARTISTAS E ATIVISTAS POLITICOS EM PROL DA DEMOCRACIA "
"QUE ESTA INDENIZAÇÃO SIRVA DE EXEMPLO AO SE DAR MELHOR VALOR AO ARTISTA QUE TANTO SOFRE NO BRASIL E AS VEZES SEM RECONHECIMENTO,ALEM DO MAIS DINHEIRO E COISA PERECIVEL DESTE MUNDO PASSAJEIRO,DANDO SUA ENORME CONTRIBUIÇÃO NA EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE POIS A VERDADEIRA ARTE TAMBEM TEM ESTA MISSÃO,AO INVEZ DE PROMOVER PORCARIAS DE UM MUNDO COMERCIAL E SEM ENCANTOS,POIS A EXEMPLO DO JAPÃO,QUE HOJE É UMA DAS MAIORES POTENCIAS MUNDIAS,INVISTAMOS NA EDUCAÇÃO NA CULTURA DE NOSSO POVO POR QUE A LITERATURA E O REGISTRO DA HISTORIA DE NOSSA CIVILIZAÇÃO QUEM NÃO DA VALOR Á QUALQUER ARTISTA QUE SEJA,CONHECIDO OU NÃO ESTA LONJE DA REDENÇÃO,POIS A ARTE E A EXPRESSÃO DO SENTIMENTO DA ALMA,E A ARTE PURA TRANSMITE A ESSENCIA DIVINA,E QUANTOS ENCANTOS TRUXERAM ESTAS OBRAS AS NOSSAS RICAS INFANCIAS POR SE TER LITERATAS E ARTISTAS TÃO CRIATIVOS E AO MESMOS TEMPO TÃO DESVALORIZADOS,UM PAIS QUE INSISTE EM NÃO DAR VALOR AO SEUS ARTISTAS ESTA LONJE DE DEIXAR O TITULO DE PAIS DE TERCEIRO MUNDO,E DA MATURIDADE POLITICA E CULTURAL,POR ISTO TENHO CERTEZA QUE SÃO MERECEDORES SIM DESTA INDENIZAÇÃO,PRA QUE TENHAM PELO MENOS UM SINAL SIMBOLICO DE QUE SEU PAIS OS ESTA RECONHECENDO COMO ARTISTAS,PELO PAPEL POLITICO E PELA IMPORTANCIA DE TEREM TRABALHADO NA CONSTRUÇÃO DA HISTORIA DESTE PAIS QUE A 500 ANOS VEM LUTANDO PRA QUEBRAR AS AMARRAS DA ESCRAVIDÃO,DA CARETISSE E DOS RESQUICIOS DE MENTALIDADE ATRASADA COMO FOI O CASO DA DITADURA,QUE EU NÃO VIVI,MAS LUTO HOJE EM DIA PRA QUE O MUNDO MUDE MUITO MAIS, PRA MELHOR,FAZENDO O QUE POSSO,NÃO SEJAS HIPOCRITAS, QUANDO UM POLITICO CORRUPTO ROUBA,QUANTOS MILHÕES SÃO?, E NÃO SE VÊ A SOCIEDADE NAS RUAS COMO NA ARGENTINA FAZENDO PANELASSO,A SOCIEDADE ASSISTE ACOMODADOS NA POUTRONA INERTE SEM MANIFESTAR,OU CONTRA O ABUSO CONTRA OS INDIOS,OU CONTRA A DESTRUIÇÃO DA AMAZONIA E NOSSOS RICOS RECURSOS NATURAIS,UM POVO QUE NÃO VALORIZA SUA CULTURA ESTA LONJE DE SE VALORIZAR,ARTISTAS COMO CARLOS DRUMOM DE ANDRADE,VINICIOS DE MORAIS,TOM JOBIM,VILLA LOBOS,ZIRALDO,JAGUAR,IVAN LINS,RICARDO MENDES,CLAUDIO CELSO,CHICO BUARQUE,DJAVAN,HERMETO PASCOAL,E DENTRE MUITOS OUTROS DESTA ESPECIE OS QUE AINDA NÃO FORAM, MERECEM, SEREM APLAUDIDOS DE PÉ,POR QUE NO BRASIL,TAIS ARTISTAS JÁ PASSARAM INFORTUNIOS MOMENTOS DE NECESSIDADES ATE CHEGAREM AO SUCESSO,E NEM A ECADE, NUNCA DEU NENHUMA BAQUETA OU PALHETA OU UM LIVRO PRA UM MUSICO ESTUDAR,PARASITAS ISTO E O QUE VEMOS QUERENDO ENRIQUECER ATRAVES DOS VERDADEIROS ARTISTAS,COMO MAUS POLITICOS SENHORES FEUDAIS OU MAUS POLITICOS, E UNS ATE PERSEGUIDOS EM VEZ DE AJUDADOS COMO FOI O CASO DE TOM JOBIM, UNS DOS PRECURSORES POR PROJETAR NOSSA MUSICA NO MUNDO, DANDO SEQUENCIA NA PROJEÇÃO DE VILLA LOBOS,ESTE QUADRO ANTI CULTURAL E PRECISO MUDAR IMEDIATAMENTE PRA EVOLUÇÃO DE NOSSO POVO "
A DIFERENÇA NÃO E HOLLYWOOD E A INTELIGENCIA DE SEU POVO POIS SE PROJETANDO UM ATLETA UM ARTISTA DE SEU PAIS, ESTA SE ELEVANDO SEU PROPRIO VALOR CULTURAL,ECONOMICAMENTE,SOCIALMENTE,E POR ISTO QUE SOMOS CONHECIDOS PELO MENOS UM POUCO NO MUNDO,PELO ESPORTE,E ALGUMAS CULTURAS, MAS NOSSO VALOR TENDE A CRESCER NESTA NOVA ERA,ONDE TODOS PAISES LATINOS CRESCERÃO,COM A ESTABILIZAÇÃO DA MOEDA EURO,ISTO O JAPÃO ESTA TIRANDO DE LETRA,O JAPÃO E UM DOS MAIORES PRODUTORES CULTURAIS NA ATUALIDADE E SUAS OBRAS, JÁ ESTÃO SENDO ADMIRADAS E CONSUMIDAS NO MUNDO INTEIRO,ONDE DESDE AS CRIANÇÃO ATE ADUTOS SÃO CONSUMIDORES DE SUAS OBRAS CHEIAS DE ENCANTOS,ESPIRITUALIDADES,E LIÇÕES CIVICAS,MORAIS,DE UMA CULTURA SUPERIOR, ORIENTAL ESPIRITUALIZADA E HUMANIZADA UM CAMINHO QUE TODA HUMANIDADE PROCURA DE AMOR, HARMONIA,E O QUE VC CONSOME CULTURALMENTE FAZ MUITA DIFERENÇA, ISTO FUNDAMENTA OS VALORES, QUE PELO MENOS DO PASSADO ERA O QUE FAZIAM DAS PESSOAS MAIS HUMANAS,MAIS CARIDOSAS,MAIS HUMILDES,MAIS SIMPLES,MAIS COMUNICATIVA,MAIS ENTROSADAS COM AS MARAVILHAS DESTE UNIVERSO DO GRANDE ARQUITETO OXALÁ O CRIADOR"
UM POUCO DA HISTORIA SENTE O DRAMA...
UM - Os amigos de bar continuam os mesmos ou a lista é renovada?
JAGUAR - A maioria morreu. As pessoas têm uma mania filha da puta de morrer. Eu, inexplicavelmente, continuo vivo. Dos fundadores da Banda de Ipanema, só eu estou por aí. E continuo bebendo. Tem uns caras que param. São chatos pra cacete esses caras que param de beber. E me evitam. O João Ubaldo (Ribeiro), por exemplo, vira a esquina quando me vê.
UM - Mas quando vai de bar em bar não encontra conhecidos?
JAGUAR - Outro dia eu passei no Bracarense (bar do Leblon, Rio), parei para tomar um chopinho e tinha um cara perto que ligou para alguém dizendo 'ô meu, estou aqui no Braca bebendo com o Jaguar'. O sujeito estava a meio metro de mim. Aí eu fiz uma daquelas burradas que você se arrepende pelo resto da vida. Em vez de ficar na minha, eu falei 'pô, mas tu é cara de pau mesmo, está bebendo aí e eu aqui, mas não comigo; pelo menos, pela mentira, poderia me pagar um chope'.
O cara pagou dez, mas me alugou. Aí ligou pro tal do 'ô meu' e disse 'ô meu, tô aqui, fala com o Jaguar'. Num outro dia comprei uma máquina fotográfica, daquelas de filme, porque detesto as digitais. Você vê na telinha, não tira, não passa para o papel e daqui a 10 anos não tem registro nenhum. Então comprei daquelas de 12 poses e fotografei o pessoal que estava no Bracarense. Depois fui revelar e, 15 dias depois, dois dos caras já tinham morrido. Agora não deixam mais eu levar, virou "a máquina mortífera". Agora, quando eu chego com a máquina, neguinho sai correndo (risos). Outro dia estava na cidade, aí um cara ficou olhando pra mim, olhando pra mim, e falou assim: 'já lhe disseram alguma vez que o senhor é muito parecido com o falecido Jaguar?' Eu falei 'já, pô, várias pessoas me disseram isso' (risos). É fogo, não é mole não!
UM - Você acha que, entre os mais jovens, não tem mais aquele espírito de ficar bebendo no bar? Mudou alguma coisa nisso?
JAGUAR - A rapaziada de hoje bebe muito mal. Eu vejo pela filha da minha mulher e os amigos dela, o pessoal da faixa dos 26 anos. Ela nem tanto, mas a maioria não bebe em casa, só Coca-Cola. Agora, as festinhas deles é o seguinte: eles saem de casa à meia-noite, e aí bebem chope, bebem coquetel, bebem aquelas misturebas de coisas doces com não sei o quê, e ficam todos de porre porque não são do ramo. Bebem porque um bebe e o outro não quer ficar atrás e bebe. Agora, durante o dia eles não bebem, não são como eu, que tenho na minha casa uma garrafa de uísque em cada cômodo.
UM - Você nunca trabalha sem antes tomar uma dose?
JAGUAR - É, mas não muito, é só um pouquinho.
UM - Como vem a idéia para você criar?
JAGUAR - Não vem.
UM - Você tem de ser pautado?
JAGUAR - Não, eu leio cinco jornais por dia, leio as manchetes, anoto as coisas e aí bolo as piadas. Elas não caem tipo inspiração, tenho de correr atrás.
UM - Sempre foi assim?
JAGUAR - Sempre foi. Eu detesto desenhar. O Ziraldo, por exemplo, é um cara que adora desenhar. Se ele estivesse conversando com você aqui, ele estaria desenhando o tempo todo. Eu detesto desenhar.
UM - Por que você virou cartunista, chargista?
JAGUAR - Bom, eu gostava de desenhar. Agora eu detesto. Mas eu só trabalho quando tenho de fazer um trabalho.
UM - Todo o pessoal do Pasquim foi chamado para mexer nesse livro ou foi só você?
JAGUAR - Não, para esse livro fomos chamados o Sérgio Augusto e eu. Aí nós sentamos e trabalhamos. Foi um trabalho interessante por um lado e frustrante por outro porque o que a gente teve de rejeitar daria para fazer dois livros, ou três desse, tão bom ou melhores. Mas aí não seria uma seleção, O Melhor do Pasquim.
UM - Vocês, que eram do Pasquim, são amigos ainda?
JAGUAR - Sim. Mas andei brigado com o Ziraldo. Ele resolveu refazer O Pasquim, e eu fiquei puto. Ele até me chamou para ser editor e eu falei 'Ziraldo, não pode, o Pasquim é um negócio que já está na história, não tem sentido, é um jornal que só funciona debaixo de uma ditadura, é um jornal de guerrilha, e você vai fazer o Pasquim com um pessoal de segundo time e vai ser uma merda, vai ser um fracasso'. E não deu outra, né.
UM - Da Bundas, você participou.
JAGUAR - Participei, e depois briguei de novo com o Ziraldo.
UM - Por que a Bundas não deu certo?
JAGUAR - Primeiro, o jornal levou meses para ser lançado porque eu era absolutamente contra o nome. Falei 'Ziraldo, esse nome é uma merda', e ele 'não, porque tem Caras', e eu 'e você vai se pautar por Caras, que é uma revista de merda? Botar essa equipe de Veríssimo, Millôr e tudo para disputar com uma revista de merda dessas aí?' Então se contratava um publicitário e ele dizia 'não dá para trabalhar com esse nome', aí o Ziraldo demitia o cara. Ele é teimoso para caralho. Eu editava o jornal e ia para Itaipava, e ele fechava a capa.
Para você ter uma idéia, em um dos primeiros números, eu disse 'vou fazer entrevista com o Zeca Pagodinho', e ele 'quem é esse cara?', eu falei 'é um grande sambista, do nível do Martinho da Vila, altíssimo nível', e ele 'ah, já sei, é um desses crioulos que são seus amigos'. Pô, aí fiz a entrevista, ficou do cacete, e quando vejo a capa quase tenho um ataque. Ele botou uma caricatura do ACM feita pelo Paulo Caruso. E durante uns dois meses, ele publicava sem chamada de capa. E eu 'mas como? Não tem chamada de capa?', e ele 'chamada de capa não vende jornal', e eu 'mas quem que meteu isso na tua cabeça?'. É a mesma coisa quando tu vai a um restaurante e não tem cardápio, você não sabe o que tem para comer. Aí, no fim ele acaba quebrando a cara e admite que estava errado, mas aí já era tarde, porque a Bundas tinha tudo para dar certo.
UM - Mesmo você não gostando do nome?
JAGUAR - Se eu ainda tivesse uma tia, você acha que ela ia ter coragem de chegar no jornaleiro e virar para o italiano lá e 'me dá a Bundas' (risos). Pô! E além de tudo, imagina outra cena: o diretor do Banco de Boston, a secretária dele fala 'tem um rapaz com uma nova revista aí que quer conversar com o senhor porque ele está querendo publicidade", e ele 'como é o nome da revista?" Bundas! O cara nem manda entrar! Foi o nome, porque era ótima a revista, era muito boa, e eu acabei brigando com ele. Agora eu fiz as pazes, porque conheço o Ziraldo há 50 anos. Sabe aquele filme daqueles dois velhos?
UM - Com o Jack Lemmon e o Walther Mathau?
JAGUAR - É. Eu disse 'pô, nós estamos iguais aqueles dois velhos, vamos parar com isso'. Parece coisa de idiota. Uma vez a gente teve uma briga que eu acabei às gargalhadas. O Ziraldo usa colete. Aliás, ele vai entrar agora para a Academia, sabia? Não sei se ele vai entrar de colete, porque ele só usa colete, tem uma coleção de uns 200 coletes. Aí ele virou para mim no auge da discussão e disse 'você parece um velhinho de boné', e eu falei 'e você parece um velhinho de colete'. Eu falei 'porra, Ziraldo, assim não dá, é muito ridículo' (risos). Agora não adianta, fiz as pazes com ele.
UM - No trabalho nesse livro, você teve uma outra avaliação do que foi o Pasquim?
JAGUAR - Ah, tive! Primeiro eu dei sorte, porque mãe serve para isso. A minha mãe sempre colecionou. Eu mudava de casa, mudava de mulher, mudava de casa. E o Vinícius disse que quando saía de um casamento levava só a escova de dentes. Nem isso eu levava. Eu não tinha nada. Nunca tive a coleção, mas a minha mãe tinha a coleção completa do Pasquim. E ainda ganhei uma outra coleção de um cara que ligou para mim e 'olha, eu consegui o seu telefone e tal, e a minha mulher está querendo jogar fora, diz que está entulhando a garagem, você quer a coleção?', e eu falei 'quer como?', e ele 'não, eu dou para você', e eu 'ah, bom! Dada!' E tenho duas coleções.
E eu fiquei bestificado com a qualidade das matérias, pô, só tinha feras, Paulo Francis, Ivan Lessa, Millôr Fernandes, Ferreira Gullar, Flávio Rangel, Sérgio Augusto, Vinícius de Moraes, o nosso correspondente em Londres era o Caetano Veloso, nosso correspondente em Roma era Chico Buarque, o Glauber Rocha mandava entrevistas com Garcia Marquez, um negócio de doido. As entrevistas eram fantásticas. Eu, sem querer, fui responsável pelo nome do Pasquim. Quando a gente estava quase desistindo de fazer o jornal porque não tinha nome, eu falei 'por que a gente não faz o seguinte: quando falarem de pasquim, porque inevitavelmente vão dizer que o nosso jornal é um pasquim, a gente corta a onda deles, corta a piada'. Eles já estavam de saco cheio e toparam.
A primeira entrevista foi com o Ibrahim Sued. Eu fiz com o Sérgio Cabral e o Tarso de Castro. Aí eles sumiram, e na hora de rodar o jornal, eu, como eu era o mais disciplinado porque fui funcionário do Banco do Brasil, tinha uma disciplina, tirei a entrevista do gravador e mandei. Quando eles chegaram, 'deixa eu ver a entrevista', daí mostrei para eles e 'nem pensar! Tem de fazer o copydesk'. Eu era cartunista. 'O que é copydesk? Que porra é essa?' E eles 'botar em linguagem jornalística!', eu falei 'ah, não! Nem pensar! Está aqui, do jeito que as pessoas falam', e eles 'não', e eu 'agora fodeu, porque está na hora de rodar', e foi daquele jeito. Sem querer, por ignorância minha, que foi feita uma revolução na linguagem jornalística.
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