
ENCONTREI ESTE TEXTO NUM BLOG AI NA REDE QUE MUITO BEM DESCREVE A IDEOLOGIA FUTIL E VULGAR QUE PREGAM COMO HABITO DE VIDA AOS POBRES DE ESPIRITO POR AI
O ser é uma construção. Ninguém nega a base da política de Aristóteles no sentido de que somos homens políticos, e o meio cria o que somos e o que pretendemos ser, pois a moçoila candidata a Modelo nas passarelas de Paris pensa ser a maior magra do planeta, o bem se encontra relacionado com o ter uma conta bancária, jaguar na garagem, e apreciar as baladas naqueles embalos de sábado a noite. Ter o perfil de Hércules ou de Apolo, ou de uma deusa hera, Atena de paternon, i\zes, Vênus,, ou uma vesta com a sua insinuante virgindade. O casulo do homem é o poder, e para obtê-lo mata, mente, e aniquila, e muita vez morre, também. Veja Hitler, e outros. Mas a sua prática não é diferente destes homens considerado o estrume da sociedade, pois a sua caneta azul tem pena de baioneta, e um advogado despreparado, juiz, engenheiro, arquiteto, policial ou bombeiro, enfermeiro, médico e lavrador fazem tudo como os demais. O livro não serve para modificar ou transformar a desigualdade, ou oportunizar o acesso aos bens das minorias privilegiadas, que usurpam e se imaginam deuses antropomorfos. Faça uma experiência diga a um deles, que eles violaram a lógica. Certamente, pode ser uma ofensa irreparável, e no período da inquisição a sentença seria uma condenação a ferros em brasa pela acusação de heresia.A convivência do homem na tribo ou na sociedade como se observa o levou a construir normas para limitar a sua agressão, violência, e a turbação ou esbulho do intruso ao habitat através da declaração de guerra, ou pelo saque, pilhagem, ou mesmo pela invasão do direito a imagem e a privacidade. O Direito não é uma ciência sem causa. Mas a filosofia estabeleceu os postulados, premissas orientadoras do raciocínio, que forma o pensamento, onde no decorrer da evolução, e especialmente no período da edição do Código de Hamurab, e a Lei Mosaica, de Péricles, Sólon, e o domínio incontestável de Alexandre da Macedônia, e depois o domínio Romano vieram a estabelecer a Ética como meio de se comunicar entre os artesãos, e seus ofícios, que ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco, LIVRO I, Capítulo 1 - O bem como fim, descreve com muita propriedade:1094a- O bem [agathon] é o fim [telon] de todas as coisas. Os fins distantes das ações são os mais excelentes. Para muitas artes [technon] e ciências [epistemon], muitos fins. Os fins fundamentais devem ser os procurados e não os secundários.Capítulo 2 - O sumo bem é desejado por si mesmo e tudo segue em direção a esse fim. O conhecimento desse bem é a arte mestra, como a política [politike].1094b [Indivíduo e Estado] - A política abrange as outras ciências em função do bem humano. O bem do Estado [polesi] é maior, mais complexo, belo e divino que o do indivíduo. A ética busca o bem da ciência política.Não se observa por parte do individuo e do Estado à vontade de se executar ações, que efetivamente altere o modo de viver do homem, que se encontra a margem do processo social. O Estado providência é omisso e ausente. Isso leva o homem dos nossos dias caírem na disilusão crônica, pois pode ser mais fácil conseguir obter uma barra de ouro falso, que o homem dizer onde colocará os recursos financeiros remetidos ao destinatário fim sem escrúpulo. Não há compromisso com a ética. Capítulo 3 -As ações belas e justas existem por convenção e não por natureza. Um bem pode ser prejudicial. A conclusão da investigação ética deve ser geral e aproximada, não admitindo precisão por natureza.Não pensei que as ações belas e justas surgissem pelo fato de o Arcanjo Gabriel descer do céu e chegar aqui e ter me contado uma história, e que o bem é fruto da revelação divina, e nem que o nossa pavimentação na rua, o prédio onde funciona a escola do filho, e o bisturi utilizado para fazer a sangria no seu desafeto, o bife do meu último almoço, beijos e abraços depois de presentear a teuda com um anel de diamante, e o pior que o direito de votar só interessasse no dia da eleição. Assim se estabeleceu esta convenção ímproba para passar a mão no meu dinheiro, e quase sempre me iludir para fazer parte de um covil, onde nada pode ser, e onde eu apenas represento a escada para o poder, e os arautos mandarins nunca me consultam sobre nada, e quando me consultam é para eu dizer se quer vender minha arma de fogo que nem a tenho, e quando a tenho a mulheres dizem não ter nenhuma utilidade prática.1095a [Princípio racional] - Quem for conhecedor de um assunto específico é bom juiz nesse assunto, quem tiver formação geral é bom juiz em geral. É em torno da experiência [bion praxeon] que giram as discussões éticas. O fim da política é o conhecimento da prática [praxis] e não especulativo [gnosis]. A investigação ética ajuda a quem quer agir por um princípio racional [logon] e não por paixões.Não discuto estas premissas. Afinal ser juiz das ações dos outros é relativamente fácil quando o contexto social e de puder é favorável. Todavia, o julgamento pressupõe o domínio da essência e da substância do ato ou fato objeto do juízo. ,néscias pela pobreza de espírito, pois serão homens e mulheres, cuja política não lhe conhece pelo fato da sua ação lhe negar a racionalidade, pois sempre se vê que os velhos experientes são colocados no esquecimento, e nada vigora nos seus mundos, que não seja a paixão pelo prazer da riqueza, onde eles trocam direitos alheios no mercado negro do parlamento, decisões são alienadas na bolsa de valores, e os que nos julgam se encontram a serviço dos benefícios oferecido pelo bezerro de ouro, que na verdade segundo dizem este bezerro de ouro fora a cabeça de um boi em ouro, que os judeus levavam consigo no deserto juntamente com os restos mortais de José, o segundo no mando do Egito (isto pode ser um mito uma fábula, não me interpretem como verdadeiro) Adorar um bezerro de ouro é demais para a cabeça de quem pensa, e Moisés, um sábio deve ter ficado indignado que chega a quebrar o primeiro Código de Ética da Humanidade – As tábuas da lei. Uma pena!Capítulo 4 [Felicidade] -Todos dizem ser a felicidade [eudaimonian], o bem agir [eu prattein] e viver [eu zen],Mas há divergências sobre o que seja a felicidade.1095b - A investigação deve começar pelos fatos conhecidos [gnorimov] pertinentes aos homens. Para isso é necessária uma educação de bons hábitos [ethesin echthai kalos]. Quem não é educado deve obedecer.O homem segundo a tese do ser criado por um Deus arde pela chama da procura da felicidade. Não importa aqui a sua origem se nasce de uma partícula atômica, ou da ironia de alguns criadores de ilusão na consciência humana, cuja finalidade decorre do desejo de descartar os bens inerentes da virtude, pois se o bem agir fosse praticado com o pudor que possuem para os atos de corrupção e outros males presenciados no dia a dia, certamente os protagonistas os teriam evitado com o mesmo encanto os desatinos da miséria.Eu não vejo a investigação da causa de algum mal. Eles começam pelo efeito, ou por aquilo que for do seu interesse, e especialmente do mais próximo, ou da mais próxima, que supostamente necessitar dos seus bons ofícios, e sem desculpa a causa não se combate por estas terras, pois nesta trilha o aventureiro bandeirante fica sem o discurso da entrada no pleito eleitoral. em detrimento do mel e do leite de tantos seres, que nunca existiram nos dados do IBGE. E daí Aristóteles? Que adianta o sonho, ou ficar fazendo a gororoba sem nunca ter provado o banco sujo de barro.Capítulo 5 [Três tipos de vida] - Há três tipos de vida: vida dos gozos [hedonen], da política [politikos] e a contemplativa [theoretikos]. A honra [timen] é a finalidade da vida política. Procura--se a honra pela virtude [arete]. Assim, a virtude pode ser tomada como a finalidade da política.1096a [Virtude] - Essa virtude é incompleta e compatível com sofrimentos e infortúnio. A vida consagrada à riqueza não busca um bem em si, porém algo útil para outra coisa.Eu quero descobri a outra coisa, se for o que estou a pensar com os meus botões, imagina que compra quase todos os bens indispensáveis para se conviver aqui na terra, especialmente o afago de uma mulher, o poder sobre os pobres, a razão de se imaginar melhor que os demais seres do universo, pois o cachimbo da paz não chega, e sempre o carro do boy é importado e de última geração. Facilita enormemente a vida, pois com um carteiraço de rico, o interessado conquistará Beatriz e poderá passar sem ser molestado no inferno, e no purgatório, e dirá a todos que os céus são deliciosos, mulheres saradas e virgens, muito churrasco com a carne de novilha, vinho de safra velha, e com uma enormidade de mentiras para justificar a salvação pela riqueza. Concluo sem vacilar que este rico é uma coisa, que podemos chamar de bestialidade crônica. Certamente Aristóteles não conheceu o novo rico daqui, pois com a sua sapiência ele teria dito outra coisa, especialmente se tivesse que ser Procurador de algum Município, Deputado, vereador, onde certamente ele interpretaria a Carta de Caminha ao contrário: - Nada aqui se plantando sempre dá, certamente, uma comissão, e outra morfologia para os braços de Morfeu. Deixa-me triste não ter encontrado Aristóteles com o objetivo de demonstrar o seu erro.Capítulo 6 -O bem pode ser compreendido como uma substância [ousia], ou qualidade [poio] ou relação [pros ti]. O bem substancial é anterior à relação. Não há idéia de bem comum no modo absoluto e relativo. O bem pode ter tantos sentidos quanto o ser, por isso não é único e universal. Decorre disso o fato de haver várias ciências do bem.O bem não é a fim último do homem contemporâneo. Este homem está inserido na filosofia do ter mais, a fim de oprimir mais o outro. Se a relação pode ser - Prosti, então vivemos dentro deste ato no nosso dia a dia, sem exceção. Se a substância é ousia, ou qualidade, pois, e se o bem é anterior à relação, não fica evidente ser esta a ação e a prática de que tem o dever de executar. Nunca fazem o bem, mas somente o seu bem, pois primeiro é meu bem, e mais uns dias vira os meus bens. É uma inversão de valores dentro do conceito do bem. Não vê a busca do bem coletivo, e nem a validade do bem difuso - O bem em si e os particulares não diferem enquanto bem. Os platônicos falam de um bem em si e outros em relação a este. Estudando o bem em si, percebe-se que não há elemento comum em uma só idéia [idean]. O bem único e universal é inatingível ao homem.Aprendi pela experiência da vida, que o bem é universal, mas há os que pensam que o bem comum é só deles, ou do seu grupo, mas não se pode imaginar que em regra esses homens são governantes de nações miseráveis, onde um pão se divide em dez partes, e a distribuição da renda é um escândalo, pode-se incluir o Brasil,
1097a - O conhecimento do bem único e universal ainda que acessível não é útil nos casos particulares.Ontem, hoje e amanhã conhecer o bem não a base das nossas relações interativas entre os humanos. Não conheço homem algum no exercício da obrigação de servir o outro, e estabelecer a demarcação do bem comum entre o seu interesse e o difuso coletivo, que tivesse calcado sua ação nesse enunciado universal. Certamente, a advertência mais comum é aquela onde dizem não ser nem todos assim. É verdade. Todos e nem todas são assim. Mas os que sentam numa cadeira, que não é a elétrica, mas possui uma cola, e a bunda gruda nela no momento em que alguém pede o cumprimento do direito, e caneta com pena e tinta azul só funciona para a minoria, e a desculpa vulgar de se encontrar sem tinta, que tiver maior relação de afeto e de grana. Neste caso não funciona pelo fato de o proprietário da cadeira e da caneta possuir comportamento burguês, autoritário, cínico, mentiroso, e usa as decisões para obter favores financeiros, sexuais, honrarias, e jamais para o conjunto da sociedade.
Aristóteles está correto no seu enunciado, pois não se aplica aqui. Não somos fruto da nação, somos fruto daquilo que interessa o grupo de oportunista, que estabelecem regras de comportamento jamais justas, e sim para si. O bem não é à base da interpretação dos fatos. A Escola cria nos jovens estudantes a capacidade de ler apenas ler o homógrafo de uma regra, mas não a sua composição em essência e de substância. Não conseguiremos sair dos piores estratos de pobreza, enquanto não deixar o analfabetismo funcional das nossas supostas elites culturais, que, aliás, neste momento nem podem ser chamadas pela pulverização de cursos, e pela indústria dos cursos de mestrado, doutorado, e especialização. Afinal o Brasil é o único país capaz de fazer um Mestre e um Doutor através de Decreto. Pois com esta cosmovisão do universo, e do mundo do fato não temos condição de chegar ao fim de algum túnel, se houver o túnel, pois se verifica serem as portas estreitas de conteúdo. Não se busca o bem universal pelo fato de existirem enormes bolsões de miséria moral e espiritual. Não avoco a rejeição pura e simples do prazer, e nem pelo gosto da beleza, ou do desejo de ficar rico, mas que a educação e o estado coloquem o homem e o ser acima da pequenez da alma, onde certamente Juvenal, Satírico Romano, na sua percepção de mundo sabia que o Estado se controlava através da distribuição do pão e do circo. E agora! Nada a declarar.Capítulo 7 [Conceito de felicidade] -O bem das artes é aquele em cujo interesse giram todas suas ações. O bem é a finalidade das ações. O bem supremo [ariston teleion] é absoluto, isto é, desejável em si e não pelo interesse de outra coisa.Aristóteles não estava aqui para reparar como esta nossa geração compreende a etimologia da felicidade. A felicidade conhecida tem o nome de poder,cargo público, vantagem em cima dos desafortunados. Ter um carro e atropelar um inocente numa esquina, e se omitir o nome só pelo fato do autor ser filho de pai influente no poder ou na casta burocrática do Estado. Não há explicação e nem justificação para estas ações pequenas e medíocres do cotidiano.Ademais a relação entre os seres enamorados no Brasil é primeiramente o meu bem, e depois, os meus bens. E só. Os valores necessários à convivência e a interação entre os humanos se invertem na medida do fascinante apelo dado ao poder, ao dinheiro e a sensualidade de ambos os sexos trazem à conquista da virtude, bem infinitamente superior aos demais. A virtude é um predicado do ser.1097b - A felicidade é esse bem buscado por ele próprio. Ela é perfeita e auto-suficiente [autarkes], torna a vida desejável e sem carência, sendo o fim de todas ações. A felicidade depende da função do homem.Não existe realização ou felicidade sem o exercício da prática, fruto da experiência acumulada durante a vida. Não se pode ser feliz ao tirar os predicados e a vida da galinha dos ovos de ouro. O topos exige que destruamos aquilo que nos atormenta, especialmente as algemas da opressão, e corajosos o suficiente para erguer uma nova polis, ou seja, um novo topos com o conhecimento dos valores como a solidariedade, tolerância, humildade, prudência, e do Direito e da justiça. Este patrimônio é indispensável para se chegar à felicidade, pois caso contrário serão mais evidente contradição, e uma perda da vida e de tempo.1098a [A função do homem] - A vida ativa da alma [psyches energeia] é a função [ergon] do homem. Ela implica num princípio racional [logon]. Além disso, o homem bom deve realizar bem suas ações. A atividade da alma deve estar em consonância com a virtude compatível.Não se observa atualmente a direção do enunciado acima. A alma nada tem que vê com o homem, pois Aristóteles não viveu aqui: - Com o devido respeito pobre não é gente, favelado não se alimenta, nem vai ao supermercado ou à farmácia, banca de jornal, e índio e o negro não lêem jornal, velho e portador de deficiência são inúteis aos meios de produção, as ruas não possuem sinal, os prédios também, possuem elevadores. Nada se constroem com a razão, e nem as ações de cada um se justifica pelo postulado da racionalidade, pois vige o princípio mórbido do poder de esquema de homens e mulheres, que procuram justificar as suas atrocidades a pretexto do falso pensamento. Aqui a alma morreu de fome, e a razão foi para a lata do lixo.1098b - Os primeiros princípios [arche] são estabelecidos por indução [epagoge theorountai], percepção [aisthesei], hábito [ethismo] etc.Nada melhor para a sociedade, e cada homem ter o bom hábito de ser justo, isto resume toda a boa causa.Capítulo 8 - Os bens são divididos entre os externos, os do corpo e os da alma. Os melhores bens são os da alma.Onde se encontram os bens da alma?Mataram a primeira alma, e ficam com o dinheiro dela, ou então batem nos nossos ombros, e pensam que acreditaremos nos seus elogios.1099a [O prazer em si] - A atividade virtuosa deve necessariamente agir bem. Os atos virtuosos são aprazíveis em si e por natureza. A felicidade é a melhor, a mais nobre e aprazível [hediston] coisa do mundo.1099b - A felicidade depende dos bens exteriores para realizar atos nobres.Conquistam-se alguns bens, mas a atividade deve ser virtuosa, e ação deve ser levada para se praticar o bem. Pois nada melhor que saber que realizou algum ato bom. Os bens materiais e espirituais são necessários para realizar coisas nobres, mas imagino que tantos pensem que a coisa tem outro nome, e certamente não é tão nobre assim, mas interessante para o bolso de moralistas de bar.Capítulo 9 - A felicidade é uma dádiva dos deuses.1100a - É feliz aquele que, além de possuir uma virtude completa [teleias], a tem por toda vida.As relações humanas se pautam na plataforma do ter mais, pois nisso se pode incluir igualmente o poder, o dinheiro, a cobiça pelos favores sexuais, que atraem os detentores do múnus imperial de fazer observar o Direito, e distribuir através de políticas públicas justiça aos menos aquinhoados de conviver no estrato da sociedade, que se conhece como classe dominante, ou como desejam de: - Elite.Pertencer a uma classe social não pode ser motivo de execração, e nem de condenação pelo fato de um ser ter sido melhor que outro, pois na prática somos diferentes pelo fato de fazer parte da natureza humana, mas não se pode pretender criar a diferença por atributos econômicos, e nem em razão de mais ou menos conhecimento do que aquelas bolsões de miserabilidade cultural e alimentar.Não se percebe o exercício da virtude, e nem que ela serve para vida deste ser
A história recomenda que a virtude deva ser perene, não se pode dá férias à virtude, Nisto Aristóteles se encontra cheio de razão, parabéns ao mesmo.1101a - O homem sábio [emphrona] e bom tira o maior proveito das circunstâncias. Homens felizes são aqueles que estão em condições de se tornarem tal.Percebo não existir proveito algum com as circunstâncias, primeiro pelo fato de não termos nenhum homem que se preste a exercer o dom da sabedoria, ou tenha nascido sobre este auspício, segundo pelo fato de existir a cultura de levar vantagem em tudo, à lei não escrita de Gerson, terceiro, ainda, pelas deformações culturais que possuímos neste imenso território, pois aqui o pensamento não é um bem, e tudo é entendimento, mas o entendimento sem pensamento não existe, que se realiza no plano da idéia, sendo o marco operacional do pensamento. Ler o Código não é ser sábio, o sábio reconhece os bens da civilização, e preserva o Direito de cada ser, a fim de não se tornar monstro dos tempos jurássicos, e ter dado o cavalo oco ao povo de Tróia.A sabedoria é um dom e uma virtude, que cabe ao portador aperfeiçoá-la do nascer ao por do sol com as nossas homenagens a Aristóteles, que não viu nada igual ao acontecido aqui.
Sunday, August 27, 2006
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